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Novo secretário de Educação afirma que gestor não pode se omitir

Recém nomeado secretário de Educação do estado do Rio de Janeiro, Wagner Victer falou sobre o papel do gestor público em momentos de crise. Com a experiência de quem já foi presidente da Cedae e da Faetec, entre outros cargos, Victer relatou casos próprios e destacou o comportamento e qualidades que ele acredita que o gestor público precisa ter para lidar com adversidades.

– Saber manter a calma e não se assustar com o desafio é algo essencial para lidar com uma crise – aconselhou.

Victer também observou que é preciso estar preparado para lidar com a reação que acontecerá no momento em que o gestor ataca o problema. Além disso, ele alertou que a pressa é um dos piores inimigos em momentos de crise e que é importante perceber que a solução é um teste de resistência. Omissão é outro erro que ele apontou como inadmissível em um gestor. Ele criticou quem opta pelo “princípio do avestruz”, que ao invés de enfrentar a situação prefere se esconder.

Monitorar as ações que estão sendo tomadas é outra prática que foi destacada. Victer observou que se não ocorrer o acompanhamento de cada processo, corre o risco de se caminhar em círculos.

– É algo comum no setor público o problema ser passado para o outro, sem a preocupação se será resolvido, então fica só trocando de mãos, mas sem que nada seja feito relamente.

Buscar a perfeição é outra preocupação que todo gestor deve ter. Victer defende que a “melhoria contínua” deve ser o lema a ser seguido. O risco de não buscar o aperfeiçoamento, avalia o secretário de Educação, é gerar uma acomodação, onde os processos permanecerão sempre sendo feitos da mesma forma.

– Sempre há alguma coisa onde podemos melhorar – afirmou.

By | 2017-07-19T10:05:19+00:00 maio 18th, 2016|Categories: Editorias, Liderança|0 Comentários

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